Dosagem Hormonal na Saliva - Lemos Laboratórios

O Exame Hormonal na Saliva oferece a precisão necessária para a mensuração de vários hormônios no diagnóstico e estudos científicos. Vários estudos demonstram uma forte correlação entre os níveis de hormônio esteroides no sangue e na saliva (hormônio ativo ou “bio disponível”). Porém o teste salivar é o meio ideal para diagnosticar os níveis de hormônios esteróides, bio disponíveis ativos no tecido. Além disso, os hormônios na saliva são excepcionalmente estáveis e podem ser armazenados em temperatura ambiente por até 20 dias sem afetar a precisão do resultado. Isto oferece máxima flexibilidade na coleta de amostras e envio.

ATENÇÃO: KIT E FRETE NÃO INCLUSOS.

Outras informações

Exames

Os Perfis Salivares oferecem a possibilidade de mensuração dos hormônios que se encontram na forma livre, ou seja, um pequeno percentual que não está conjugado (ligado) a proteínas carreadoras e albumina. Este percentual mínimo que corresponde de 1 a 10% dos hormônios de nosso corpo, que apesar desta pequena quantidade, corresponde à fração que realmente está livre e atuante em nossos tecidos. O hormônio que é mensurado no sangue corresponde a fração produzida e armazenada, trazendo equívocos na interpretação dos exames. O hormônio sérico se aplica a condição de hipogonadismo ou hipergonadismo, enquanto que os hormônios livres salivares são os que realmente sinalizam nossos receptores celulares, pois se deslocam na Matriz Extra Celular (MEC) livremente, alcançando inclusive tecidos pobremente irrigados pelos vasos sanguíneos.

É muito comum os resultados entre hormônios sanguíneos e salivares mostrarem discrepâncias importantes, pois, a correlação entre estas duas entidades só se faz presente em condição de saúde, ou com hipo/hiper produção de hormônios. Pacientes que estiverem com problemas metabólicos mais simples têm a capacidade de ligação aos carreadores (SHBG, CBG) prejudicada ou acentuada.

A ligação entre os hormônios e seus carreadores é uma condição química, dependente de vários fatores, entre eles o pH e a temperatura. Várias condições metabólicas podem influenciar nestes catalisadores, acabando com qualquer possibilidade de correlação entre hormônios conjugados e livres.

Outro fator que influencia de forma importante nesta ligação é a utilização de hormônios exógenos, que em sua maioria saturam os sítios de ligação dos carreadores e ficam a “deriva” em nosso organismo. Muito comum pessoas que estão recebendo hormônios não terem aumento dos mesmo no sangue, e desconfiam do produto utilizado. Porém, o que realmente acontece é que a sua Matriz Extracelular já esta repleta de hormônio oferecido e não há porque esperar que o mesmo vá para os vasos sanguíneos.

O SHBG é uma proteína carreadora que tem afinidade por DHT, TESTOSTERONA, ESTRADIOL, ESTRONA entre outros. CBG tem afinidade pro CORTISOL, ALDOSTERONA e PROGESTERONA. Várias condições que interferem nos sítios de ligação das proteínas carreadoras são a intoxicação por metais pesados, bisfenol e xenoestrógenos ou mesmo algumas condições genéticas aonde o carreador possui mutação importante quanto a preferência por determinado hormônio. Um exemplo, existem SHBG que têm preferência por se ligar a ESTRADIOL e não a DHT e TESTOSTERONA, outros por ESTRONA e por ai em diante.

Para uma melhor compreensão da condição da relação hormônios conjugados e livres, faz-se necessária a mensuração dos mesmos no sangue e na saliva concomitantemente, além de alguns marcadores bioquímicos do estado hepático, pancreático e tireoidiano do paciente.

Sempre Lembrar:

SANGUE: Mostra o que o paciente PRODUZIU e ARMAZENA.

SALIVA : Mostra QUANTO, desta produção e armazenamento o corpo é capaz de DISPONIBILIZAR PARA USO!

Lucio Lemos

 

Atualmente dosamos na saliva os seguintes hormônios:

  • Cortisol (Curva de 3 ou 4 amostras dependendo do horário que o paciente acorda)
  • Testosterona
  • Progesterona
  • DHEA
  • Estriol (Feminino)
  • Estrona
  • IGA Secretora
  • Triagem de Leveduras
  • Aldosterona
  • Melatonina
  • Estradiol
  • DHT- Dihidrotestosterona
  • Iodo
  • Pregnenolona
  • 3 Alfa Diol G
  • Cultura para Fungos Automatizado e Antifungigrama Automatizado
  • Bioquímica Salivar: Magnésio + Cálcio + Fósforo + Frutosamina
  • LDL Oxidado

Progesterona: Deficiência: Estresse, preocupação, ansiedade, suores, ganho de peso, insônia, infertilidade, osteoporose, entre outros sintomas. Excesso: Sonolência, vertigens, ganho de peso, alterações no ciclo menstrual, entre outros sintomas. É um hormônio esteróide envolvido no ciclo menstrual feminino, na gravidez (suposta gestação) e embriogênese. A progesterona também promove a diferenciação celular e promove a morte celular normal. É um dos principais protetores do câncer de mama, útero, miomas e cistos ovarianos. Os homens também produzem progesterona e estradiol, embora em quantidades bem menores que as mulheres (mais ou menos a metade).

Estrogênios: Deficiência: Enxaquecas, osteoporose, suores noturnos, esquecimento, taquicardia, síndrome dos ovários micropolicísticos, entre outros sintomas. Excesso: Inchaço, ganho de peso, náuseas, cãibras, ginecomastia (nos homens), entre outros sintomas. Um grupo de hormônio compostos, incluindo estrona, estradiol e estriol. É o principal hormônio sexual em mulheres e é essencial para os ciclos menstruais. Embora os homens também tenham estrogênio, os montantes mais elevados são encontrados em mulheres.

Testosterona: Deficiência: perda da massa muscular, anemia, distúrbios do sono, aumento da gordura corporal, entre outros sintomas. Excesso: Comportamento agressivo, acne, pelos indesejávies, perda de cabelo, entre outros sintomas. A testosterona é um hormônio essencialmente masculino, mas importantíssimo na mulher também, apesar delas produzirem 20 a 30 vezes menos do que os homens. É o principal hormônio do sexo masculino e um esteróide anabolizante. Nos homens, a testosterona desempenha um papel chave no desenvolvimento de tecidos masculinos reprodutivos, tais como a próstata e testículo, assim como promover característica sexuais secundárias, tais como aumento de músculo, a massa óssea e do crescimento do cabelo do corpo.

DHEA: Deficiência: Obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão, depressão, perda da memória, entre outros sintomas. Excesso: Acne, aumento dos pelos faciais, impaciência, calvície, entre outros sintomas. Um hormônio esteróide natural. É o esteróide secretório principal das glândulas supra-renais e é também produzido pelas gônadas e pelo cérebro. DHEA é o mais abundante hormônio circulante em seres humanos.

Cortisol: Deficiência: Estresse, insônia, fadiga, falta de apetite, resistência insulínica, ansiedade, entre outros sintomas. Excesso: diminuição da eficiência, perda de cabelo, entre outros sintomas. É um hormônio corticosteroide da família dos esteroides, produzidos pela parte superior da glândula supra-renal, diretamente envolvido na resposta ao estresse. Sua forma sintética, chamada de hidrocortisona, é um anti-inflamatório usado principalmente no combate às alergias, a artrite reumatoide e alguns tipos de câncer.

Iodo: Sinais e Sintomas: Hipotireoidismo, Aumento do Peso, Complicações na gravidez, Aborto, Defeitos de Nascimento, Atraso na maturação óssea, Cancêr de Mama, Cancêr de próstata, Cancêr de Tireóide, Fadiga, Cisto no Ovário, Bócio, Baixa Estatura, Doenças Fibrocística da Mama, Depressão, Insônia, Cretinismo, Atraso no Crescimento Físico e Mental.

Triagem de Leveduras: Há possibilidade de se detectar a presença de leveduras , que após a solicitação da identificação automatizada temos condições de identificar 35 espécies de Candida, incluindo Candida albicans 1 e 2, Candida glabrata, 07 espécies de Crytococcus e mais 20 gêneros diferentes. Há a possibilidade de realizar-se o ANTI-FUNGIGRAMA AUTOMATIZADO com concentração inibitória mínima (MIC) para as seguintes drogas: Flucitocina, Anfoterecina B, Fluconazol, Itraconazol, Voriconazol.

Perfil hormonal

PERFIL HORMONAL FEMININO

Auxilia no diagnóstico e monitoramento de irregularidades menstruais, dismenorreias, aumento de peso, infertilidade, baixa de libido e TPM, sintomas depressivos, entre outros.

Dosagem de:

Cortisol* Testosterona
Estradiol Progesterona
DHEA 3 Alfa Diol G
Estriol Estrona
DHT- Dihidrotestosterona IGA Secretora
Triagem de Leveduras Iodo
Aldosterona Melatonina
Pregnenolona
Cultura para Fungos Automatizado Antifungigrama Automatizad
Bioquímica Salivar: Magnésio + Cálcio + Fósforo

* Cortisol: 3 ou 4 amostras dependendo do horário que o paciente acorda.

Distúrbios hormonais constituem uma questão muito comum no mundo feminino, porém, muitas vezes os mesmos passam despercebidos, pois, não é todo mundo que para por alguns minutos do dia para analisar detalhes.

A maneira mais simples e fácil das mulheres perceberem se há algum distúrbio hormonal é quando há alguma irregularidade na menstruação. Qualquer sinal de desarmonia no ciclo, seja pela amenorreia ou pelo sangramento uterino irregular, faz a mulher procurar urgente um ginecologista

No entanto, sintomas como irritabilidade (nervosismo), ansiedade (alteração de humor com sentimentos de hostilidade e raiva), depressão (com sensação de desvalia, distúrbios no sono, dificuldade de concentração), dor de cabeça, dor ou aumento da sensibilidade das mamas, retenção de líquidos e/ou inchaço e dor nas pernas, cansaço, desejos por alguns alimentos (como chocolates, doces e comidas salgadas) comuns da TPM, cólicas (dismenorreias), aumento de pelos no rosto ou queda de cabelo, muito raramente, move-se a buscar a ajuda de um especialista com a mesma urgência. Cabe lembrar que essas irregularidades também são causadas pelo desequilíbrio na produção de hormônios estrogênios e de progesterona ou ainda pela desregulação no funcionamento das adrenais.

PERFIL HORMONAL MASCULINO

Auxilia no diagnóstico e monitoramento de: disfunção erétil, impotência, baixa de libido, diminuição da massa muscular, queda de cabelos e infertilidade, entre outros. Composto de dosagem de: Estradiol, DHEA e Testosterona, pela manhã.

Dosagem de:

Cortisol* Testosterona
Estradiol Progesterona
DHEA Pregnenolona
Estrona DHT- Dihidrotestosterona
IGA Secretora Triagem de Leveduras
Iodo Aldosterona
Melatonina Antifungigrama Automatizado
Cultura para Fungos Automatizado 3 Alfa Diol G
Bioquímica Salivar: Magnésio + Cálcio + Fósforo

* Cortisol: 3 ou 4 amostras dependendo do horário que o paciente acorda.

Cerca de 65% dos homens apresentam algum tipo de disfunção hormonal associada a distúrbios endócrinos, vasculares, neurológicos ou psicológicos.

As disfunções hormonais são decorrentes de diversas etiologias, mas abalam o bem estar masculino, principalmente quando se altera o desempenho e/ou a função sexual.

Segundo dados estatísticos, 10% dos homens entre 40 e 70 anos apresentam algum tipo de disfunção erétil, sendo que apenas 30% destes procuram orientação médica.

A disfunção erétil é o distúrbio mais comum do sexo masculino, entretanto, é o menos tratado no mundo. Uma de causas mais frequentes é a diminuição dos níveis de testosterona e/ou de outros hormônios androgênicos (DHEA e DHT), que podem levar a impotência sexual, perda de ereção, infertilidade, diminuição da libido, redução de massa muscular, queda de cabelos e pelos, entre outras coisas, como a depressão.

Vantagens

A coleta de sangue depende de deslocamento a uma clínica ou laboratório em horários agendados e demanda o tempo do deslocamento, a espera e realização do exame propriamente dito. Além disso, é um método invasivo.

Já a coleta de saliva apresenta algumas vantagens sobre a coleta de sangue, a saber:

  • A conveniência de poder ser coletada em sua casa ou local de trabalho, com privacidade e conforto;
  • Não é invasivo, podendo ser coletado diretamente pelo próprio paciente;
  • A coleta de sangue é estressante para alguns pacientes, enquanto que a coleta de saliva é bem simples;
  • Vários hormônios podem ser coletados em um único tubo, em um ou mais horários, de acordo com a avaliação de seu médico;
  • As amostras de saliva podem ser coletadas em qualquer parte do território nacional e enviadas para nosso laboratório, por Sedex, sendo os resultados liberados via Internet. Esta conveniência é possível porque os hormônios salivares são estáveis à temperatura ambiente por até 10 dias;
  • As concentrações de hormônios na saliva são independentes do fluxo salivar;
  • Ao obtermos a amostra da saliva, estaremos reproduzindo as concentrações sanguíneas livres dos mesmos hormônios;
  • É possível medir confortavelmente as concentrações dos hormônios na saliva quando eles obedecem ao ritmo circadiano;
  • Os hormônios esteroides são lipofílicos e por isso passam livremente para a saliva por difusão passiva, não sendo influenciados pelo fluxo salivar;

Como coletar

Atenção: este exame só pode ser realizado se coletado no tubo próprio.

Instruções para coleta

Material: Saliva

Preparo do Paciente:

        • Pacientes em reposição hormonal precisam suspender o tratamento por 24 horas antes de iniciar a coleta da saliva;
        • Pacientes em uso de BIOTINA precisam suspender por 72 horas antes de iniciar a coleta de saliva.
        • Pacientes em suplementação de IODO/LUGOL precisam suspender o tratamento por 48 horas antes de iniciar a coleta da saliva;
        • Muitos cremes faciais de beleza e dermatológicos possuem hormônios esteroides. Favor verificar o rótulo de cada um deles e, se for o caso, suspender o uso por 24 horas antes de realizar a coleta de saliva;
        • Mulheres que menstruam devem realizar a coleta de saliva preferencialmente no 21° dia após o início da menstruação ou entre o 1° e 14° dia do ciclo
        • No dia da coleta não realizar exercícios físicos intensos (musculação, exercícios aeróbicos);
        • NÃO USAR DESPERTADOR para coletar as amostras da madrugada e manhã. Os horários para todas as coletas encontram-se na parte interna do formulário.
        • Ao despertar há uma tolerância de até 50 minutos para a coleta da amostra, desde que permaneça deitado(a) até o momento da coleta (as demais amostras não necessitam de repouso);
        • Mulheres não devem usar batom na hora da coleta;
        • Por um período de 2 horas antes da coleta não é permitido qualquer tipo de alimentação ou bebida (com exceção de água);
        • A coleta não é recomendável em casos de lesões orais com sangramento ativo ou potencial;
        • Evitar escovar os dentes pelo menos 2 horas antes da coleta para evitar sangramento gengival;

        Frasco para coleta: tubo próprio disponível no laboratório.

        Coleta de saliva:

        • Deverá ser colhido 3 ou 4 amostras no dia, conforme os horários de coleta explicados abaixo;
        • Introduzir a saliva diretamente no tubo (colher acima da metade do tubo);
        • Fechar bem os tubos após a coleta;
        • Escrever seu nome nos tubos de coleta.

        Envio do material:

        • O tubo pode ser encaminhado ao laboratório sem refrigeração. No entanto, em casos onde o transporte não será efetuado no mesmo dia, aconselha-se a refrigeração da amostra entre 2°C a 8°C (porta da geladeira) até o dia da postagem;
        • Preencher o formulário de sintomas completo (frente e verso);
        • Enviar o formulário de sintomas junto com os tubos de coleta;
        • Envie o material via sedex (caso fora de Juiz de Fora) em embalagem de envelope tipo “bolha” ou caixa padrão correio, preferencialmente no dia da coleta.

HORÁRIOS PARA COLETA:

São 4 tubos etiquetados com os horários da coleta:
Madrugada: Entre 1 e 5 horas (Caso acorde espontaneamente)
Manhã: Ao acordar
Tarde: Entre 16 e 17 horas
Noite: Entre 22 e 23 horas

ATENÇÃO:

* 4 Amostras: Somente para pacientes que acordam de madrugada espontaneamente (entre 1 e 5 horas), assim colhido: madrugada, manhã, tarde e noite. Os pontos da curva de CORTISOL irão variar de 3 a 4 dosagens, de acordo com a quantidade de tubos coletados.

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